domingo, 27 de janeiro de 2013

Humor de cão!!!!

Sunday working :( Que se traduziu num pacote inteirinho de gomas, um outro de M&M's e bolo de chocolate....ups!

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Dia de chuva...

Como é bom entrar num táxi e ouvir: "Mas que raio....a menina tem um nome mesmo esquisito!" Bem, ao menos chamou-me menina......

Apetecia-me um almoço de primavera....

É que é mesmo isto!

Quando percebo que faço anos no dia em que vou descobrir que ordenado passo a receber * Retirado daqui: http://trespassaopassos.tumblr.com/ Sempre a fazer-me rir!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Mas se todos se dopam...ainda assim ele era o que pedalava mais rápido :)

Fico tão triste...mas não consigo odiá-lo!
Tomou substâncias proibidas para melhorar o seu rendimento desportivo? Uma dessas substâncias proibidas era a EPO? Recorreu a transfusões sanguíneas para melhorar o seu rendimento desportivo? Utilizou outras substâncias proibidas como a testosterona, cortisona ou hormonas de crescimento? Nas sete vezes em que venceu a Volta à França utilizou substâncias dopantes? A todas estas perguntas, Lance Arsmtrong respondeu “sim” na entrevista que concedeu em Austin, Texas, a Oprah Winfrey. Segundo Armstrong, dopar-se passou a ser tão natural como “pôr ar nos pneus da bicicleta ou colocar água nos bidões. Fazia parte do trabalho”. Sem avançar com datas concretas ou entrar em pormenores sobre quem o ajudou a construir o esquema de dopagem, o norte-americano reconheceu que nunca teve medo de ser apanhado e admitiu que tudo começou a desmoronar-se quando decidiu regressar à modalidade para correr o Tour de 2009. Armstrong negou que alguma vez tenha obrigado algum colega de equipa a dopar-se sob pena de ser despedido e justificou a opção de se dopar com uma frase apenas: “Queria vencer a qualquer preço.” Depois de anos a fio a negar que alguma vez se tivesse dopado, Lance Armstrong admitiu tudo. Porquê só agora? “Suponho que é demasiado tarde. Mas isso é culpa minha”, respondeu. Sobre o seu futuro, Armstrong disse pouco, mas admitiu que a admissão da mentira terá, pelo menos, uma consequência inevitável: “Passarei o resto da minha vida a recuperar a confiança das pessoas.”

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Globos de ouro e agora o que interessa Parte II :)

Isto sim é glamour....(havia mais.... mas estes são os meus eleitos)

Globos de ouro e agora o que interessa Parte I :)

Não dá para comentar:

Globos de Ouro

O musical "Os Miseráveis" e o drama "Argo" foram os filmes que arrecadaram mais prémios no domingo na cerimónia de entrega dos Globos de Ouro. Os Miseráveis não vi...nem creio que vá ver, odeio o tom, ehehe mas vi o Argo.... Gostei e tal, retrata um momento histórico e tal, o Ben Afleck e tal...mas agora segue, sem surpresas, para Óscar ? Hum....

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A Pepa e o Zico ou a futilidade e o bom senso - Palavras sábias...

COMENTÁRIO MIGUEL GASPAR 11/01/2013 - PUBLICO Redes sociais Quem acredita que as redes sociais nos tornam mais inteligentes e democráticos fazia melhor em dedicar o seu tempo a pensar em malas Chanel ou nos sentimentos de cães que matam crianças. É revelador constatar como uma campanha da Samsung, que é apenas fútil, gerou uma onda de indignação tão generalizada a ponto de a marca ter sido obrigada a retirar os vídeos que se tornaram virais. E, ao mesmo tempo, dezenas de milhares de pessoas estão dispostas a encontrar “motivos” que justifiquem que um cão tenha matado uma criança de 18 meses, acusando a família de negligência e pedindo uma segunda oportunidade para o animal. Dito de outra maneira, é censurável que uma blogger de moda, chamada Pepa sonhe com malas Chanel, mas é pensável que um cão chamado Zico possa ser desculpado por uma morte. Os dois casos mostram como as redes sociais são férteis em desencadear correntes que desafiam o bom senso e a racionalidade. A Samsung ficou incomodada com o efeito negativo da sua campanha, que foi vítima do preconceito social contra as "queques" e as "pseudoqueques" que falam "à tia". Esse preconceito é profundamente moralista e autoritário: é crime sonhar com uma mala Chanel em tempos de crise. Mesmo que continue a haver pessoas que sonham com malas Chanel ou outra futilidade qualquer, é preciso pôr a máscara e dizer que se tem piedade dos pobrezinhos ou se é contra o capitalismo. Por isso, a única coisa censurável que a Samsung fez foi retirar a sua campanha e ceder a uma pressão pública que num certo sentido é uma forma de censura. Mas se queremos falar em piedade, é igualmente estranho que, em vez de ser a morte de uma criança de 18 meses a suscitar pena, seja o cão que a matou a ser objecto de uma campanha de solidariedade. O animal não é condenado, é abatido por ser um perigo público. No entanto, os subscritores desse abaixo-assinado agem como se o animal devesse ser absolvido em nome de valores morais. Há qualquer coisa estranha quando tratamos a futilidade com uma fúria quase animal e tratamos a fúria de um animal como se fosse uma causa humanitária.

Ai a Chanel da Pepa

A Pepa come as palavras e fala arrastado. Faz boquinhas e pisca os olhos durante um discurso alheado da realidade. É mêmê fôfa! Mas fútil que dói... No fundo depois de tanta polémica, tanta crítica à menina queque que para 2013 queria muito ter uma Chanel, com o seu dinheiro, atenção, nem tudo é mau...só me resta lamentar que uma marca reconhecida tenho apostado neste vector publicitário e agora vem retirar todos os vídeos. Assim aqueles meninos e meninas que falam "de moda" e de "desejos básicos como amor e saúde" porque o importante é ir de férias ou participar num desfile da Dior, pareçam ainda mais tolinhos do que são!

sábado, 5 de janeiro de 2013

Agora em modo mais fútil...

Já tinha dito que gosto de verde?

Recordações de infância...

Em Castelãos passava a locomotiva e corríamos tanto só para ouvir o seu estrondoso aviso de chegada. A guardiã da "caseta" que eu já não me lembro como se chamava, lá estava sempre atenta, à hora certa, e não só estendia o sinalizador como também dizia adeus ao maquinista. Não vou a Castelãos há muito. Deixou de fazer sentido após a morte da avó. Se calhar simplesmente falta-me a coragem de voltar a correr até à "caseta" na esperança de ouvir a locomotiva que já não passa e ficar por ali no carreirinho a amealhar flores e pedras. Talvez um dia leve lá o Pinguim e vamos correr juntos pelo prado...que já não está tão extenso porque foi ocupado por casas... vou mostrar-lhe a escola antiga da avó Margarida e a vacaria e também a fonte, onde se ia religiosamente de manhã buscar água em cântaros... Tenho saudades da minha avó!